Ninguém jamais amou alguém...
Estudo, escrevo, apronto, desejo. Permaneço, observo. Irrito, desconfio, provoco. Silencio, encaro, desnorteio. Acolho, preservo, simplifico. Acredito, repudio. Necessito. Amo, odeio. Deixo, erro, vivo, insisto. Suporto, desisto, recomeço. Atendo, ignoro, guardo. Ouço, sigo, ultrapasso. Multiplico, incomodo. Minhas infinitas maneiras de marcar. Minhas infinitas maneiras de querer ser livre. Tudo no presente. Assim é mais gostoso. É o agora. Tudo é perturbador. Minha futilidade me guia.
... tanto quanto eu amo você